Casagrande revela erro de Dorival com Garro e expõe estratégia de Diniz que causou reviravolta
Comentarista não escondeu a situação vivida entre o Argentino e o ex-treinador do Corinthians, Dorival Júnior, que prejudicou o Timão Rodrigo Garro deixou ...
Comentarista não escondeu a situação vivida entre o Argentino e o ex-treinador do Corinthians, Dorival Júnior, que prejudicou o Timão
Rodrigo Garro deixou de ser alvo de dúvidas e passou a ser realidade. Ganhou confiança — e, com ela, assumiu o papel que se espera de quem veste a camisa do Corinthians com responsabilidade: o de protagonista. Desta forma, o camisa 8 do Timão virou a peça-chave de Diniz.
De fato, a parceria é algo calculado, afinal, o novo treinador Alvinegro já chegou com plano especial para o meia argentino, como apontou recente matéria do Bolavip Brasil. Diniz encontrou no meia o seu diferencial técnico, aquele capaz de pensar o jogo um segundo antes dos outros. Não por acaso, como bem observou Walter Casagrande no UOL News Esporte, Garro hoje é mais do que opção — é necessidade.
“O Garro, para mim, está sendo o ponto de diferença de qualidade técnica entre o time do Dorival e o time do Diniz. Com o Dorival, ele ficava muitas vezes no banco. Se tinha que escolher alguém para sair, era o argentino. Se tinha que escolher alguém para não ser escalado no meio-campo, era ele. Então, o Garro estava meio desprestigiado”, afirmou Casagrande.
Diniz fez a alma do camisa 10 ressurgir
“Chegou o Diniz e a moeda virou completamente. Na cabeça do treinador, ele dizia assim: ‘Eu vou pegar o Garro e vou pôr os outros 10’. Isso fez muito bem para ele. É uma assistência atrás da outra”, completou.
Para Walter Casagrande, não é impressão: é fato que aparece no campo. Rodrigo Garro passou a produzir mais — dá assistências, arrisca passes que antes não tentava, participa diretamente do que o Corinthians constrói de melhor. Virou o eixo do time. A bola passa por ele, o jogo respira por ele. E isso, claro, tem dedo de Fernando Diniz.
Rodrigo Garro roubou a cena no duelo contra o Santa Fé – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF“Se tem uma coisa que o Diniz tem de bom nos trabalhos dele, é a questão do camisa 10. Ele dá muita atenção àquela posição, valoriza muito aquele cara e faz aquele cara, quando está mal, ressurgir, ou, se está sem confiança, pegar confiança. É o caso do Garro”, detalhou o icônico líder da Democracia Corinthiana.
Próximo jogo do Timão
Contudo, o Dinizismo Alvinegro volta com força total aos gramados neste sábado (18), para encarar o Vitória-BA, no Barradão, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro. No Brasileirão, o Timão está na décima sexta colocação, com 11 pontos conquistados, vencer é urgente, para se afastar do Z-4, atualmente aberto pelo Cruzeiro, com 10 pontos.