Fernando Diniz explica mudança que causou impacto positivo em nova postura de Rodrigo Garro

Novo comandante do Timão fez questão de afirmar que não encontrou um “deserto” no Timão, mas já fez mudanças para conxão com seu estilo de jogo Ferna...

Fernando Diniz explica mudança que causou impacto positivo em nova postura de Rodrigo Garro
Fernando Diniz explica mudança que causou impacto positivo em nova postura de Rodrigo Garro (Foto: Reprodução)

Novo comandante do Timão fez questão de afirmar que não encontrou um “deserto” no Timão, mas já fez mudanças para conxão com seu estilo de jogo

Fernando Diniz começou sua trajetória no Corinthians como mandam os manuais: vitória fora de casa, placar limpo, adversário controlado. O 2 a 0 sobre o Platense, em Buenos Aires, pela estreia na Libertadores, entregou o essencial e abriu boas expectativas para a Fiel Torcida.

Em sua entrevista, Diniz abordou sua primeiras impressões em análise ao Timão. Diniz foi direto ao ponto sobre o que precisou mudar e destacou que não precisou fazer intervenções muito complexas, pois encontrou uma equipe com um trabalho desenvolvido.

“Não peguei terra arrasada, pelo contrário. O time ganhou dois títulos recentemente. Era mais uma questão de retomar a confiança e o ânimo. Fiz ajustes pequenos, principalmente de posicionamento, como a entrada do Kayke, o retorno do Garro e o André mais próximo do Raniele”, afirmou o treinador.

Diniz quer potencializar ainda mais Rodrigo Garro

Diniz também abordou o desempenho de Rodrigo Garro, O meia argentino, que vivia um momento irregular, deu as assistências para os dois gols e foi peça-chave na vitória.

“O Garro é muito talentoso. Sei que ele vinha de uma fase menos brilhante, mas tem tudo para se recuperar. Vou fazer o possível para deixá-lo à vontade dentro da minha ideia de jogo. Sempre foi difícil enfrentá-lo. É criativo e também trabalha muito. Acho que hoje já mostrou que pode voltar ao nível que sabe”, destacou Diniz.

O treinador comentou sobre os ajustes que fez. Mesmo com poucos treinos, já começou a desenhar o time à sua imagem: bola no chão, protagonismo técnico, jogadores que pensam o jogo antes de simplesmente reagir a ele. Nesse contexto, nomes como o já citado Garro e Bidon ganham centralidade. Não por acaso. São peças que dialogam com a ideia de um futebol menos apressado, mais elaborado — algo raro em um ambiente que costuma confundir intensidade com pressa.

Mobilidade e sistema defensivo receberam atenção especial

Garro foi um dos destaques do Timão na estreia da Libertadores – Foto: Fabio Giannelli/AGIF

“Para esse jogo, priorizamos o aspecto defensivo e a sustentação da marcação mais alta. Também inserimos um pouco mais de mobilidade. Com o tempo, a equipe vai se beneficiar ainda mais, principalmente jogadores que gostam de ter a bola”, concluiu Fernando Diniz.